Reunir antes de apagar
Fotografias espalhadas por telemóveis, computadores e cartões tornam difícil saber o que existe. Começa por identificar essas origens e copiar os ficheiros para uma pasta de trabalho. Não elimines os originais enquanto não confirmares que a cópia está completa e legível. Abre uma amostra de ficheiros de cada origem. Mantém também atenção a vídeos e formatos que possam não aparecer na galeria habitual.
Criar uma estrutura compreensível
Uma organização por ano e evento costuma ser fácil de manter: 2026, seguido de uma pasta como 2026-10-passeio-chaves. Usa nomes consistentes e evita criar dezenas de níveis. Nem todas as fotografias precisam de um evento; uma pasta mensal pode servir para imagens do quotidiano. O melhor sistema é aquele que consegues compreender sem recordar regras complicadas. Documenta exceções numa pequena nota, sobretudo quando trabalhas com digitalizações antigas.
Separar seleção de conservação
Eliminar imagens desfocadas pode reduzir o volume, mas faz essa triagem numa cópia quando ainda estás a aprender o sistema. Fotografias visualmente semelhantes podem ter resoluções, datas ou edições diferentes. Antes de usar uma ferramenta de duplicados, confirma os critérios e revê os resultados. Mantém uma pasta de favoritos para partilhar sem alterar a coleção principal. Assim, a seleção do que mostras não define automaticamente tudo o que conservas.
Verificar as cópias regularmente
Uma segunda pasta no mesmo disco não protege contra a avaria desse disco. Mantém cópias independentes, incluindo uma fora do dispositivo principal, e testa se consegues recuperar ficheiros. Se utilizares um serviço sincronizado, percebe como propaga eliminações: sincronização e cópia de segurança não são sempre equivalentes. Reserva um momento periódico para adicionar novas imagens e verificar o arquivo. A organização só é útil se continuares a conseguir abrir as memórias quando precisares delas.


